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sábado, 4 de agosto de 2012

Sintonizados em Jesus


 

SINTONIZADOS EM JESUS

 

1.    Davi Gomes, em umas das edições antigas de O Jornal Batista, contou que Sadu Sundar Sing viveu de tal maneira perto de Cristo que o povo a quem servia, ao ouvir de Cristo, mais tarde, comentava: "Cristo passou por aqui", referindo-se ao velho missionário.

2.    Hoje vamos pensar sobre isso – Sintonizados em Jesus.

3.    Leiamos 1 João 1.26:

 

“Aquele que diz que está nele também deve andar como Ele andou” – 1 João 2.6

 

4.    Sintonizar = ajustar a; harmonizar, afinar, combinar com...

5.    Quando lemos em 1 João que aquele que está em Cristo também deve andar como Cristo andou, podemos entender que devemos ajustar, harmonizar a nossa vida a Jesus; devemos “afinar-nos” com ele, nossa vida deve “combinar” com ele.

6.    Pensando assim, quero destacar hoje algumas atitudes de Jesus com as quais devemos estar sintonizados, as quais nós devemos imitar.

 

I. Jesus “andou” com o seu olhar constantemente voltado para o Pai para saber qual era a Sua vontade.

 

1.    Veja João 17.1-8; 8.28;

2.    Essa é uma atitude a ser imitada por nós...

 

II. Jesus “andou” em plena submissão à vontade do Pai.

 

1.    De que adiantaria estar com o olhar constantemente voltado para o Pai, para saber o que Ele queria que fosse feito, se depois Jesus fizesse tudo diferente?

2.    Mas Jesus não agiu assim; ele foi plenamente submisso à vontade do Pai.

3.    Veja João 8.29

4.    A Palavra e a vontade do Pai ele as considerava como o alimento – João 4.32, 34 e Mateus 4.4.

5.    Ilustração – É quase hora do almoço quando preparo essa reflexão e estou com fome... a panela de pressão está chiando e o cheiro do feijão cozido fresquinho entrando pelas minhas narinas e em minha mente estou imaginando uma concha desse feijão temperada com apenas azeite de oliva e uma pitada de sal dentro de um prato com um pouco de arroz... Nosso corpo precisa de alimento; ele é indispensável... E Jesus compara a Palavra de Deus e o fazer a vontade de Deus a esse item tão importante...

 

III. Jesus “andou” sempre à procura de pecadores perdidos

 

1.    Veja Lucas 19.10 e 1 Timóteo 1.15, dentre outros.

 

IV. Jesus “andou” em constante oração.

 

2.    Veja apenas alguns versículos só no evangelho de Lucas: 5:16; 6:12; 9:28; 11:1; 22:41; 22:44-45

 

Conclusão

 

1.    “Voltar os olhos para Deus” para saber qual é a Sua vontade com o objetivo de nos submetermos a ela; “ir atrás dos perdidos” para anunciar-lhes Jesus; isso e tudo o mais feito sob constante oração...

2. Sendo nós servos de Deus e agindo assim, estaremos sintonizados a Jesus.

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves

Mas agora…


“MAS AGORA...”

 

1.    Convido todos a lermos Romanos 6:22:

 

“Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna”. (Romanos 6:22 RC)

 

2.    Como era a sua vida antes de converter-se a Cristo?

3.    Muitas pessoas tiveram a experiência de viver em completa dissolução antes de se converterem a Cristo.

a.    Convivi com um rapaz que, antes de se converter a Cristo, havia sido homossexual.

b.    Mais tarde, já no seminário, estudando comigo havia um que outrora fora envolvido com o tráfico de drogas.

4.    Dentre as pessoas hoje convertidas a Cristo existem aquelas que, no passado, andaram da maneira mais baixa moral, social e legalmente falando. Outras, nem tanto!

5.    Mas uma coisa todos tinham em comum: eram escravos do senhor errado, escravos do pecado. Pecado não é apenas ser “mau elemento”, pecado é errar o alvo que Deus propôs, pecado é não crer em Cristo Jesus (Crer no sentido pleno).

6.    Os romanos para os quais Paulo escrevera foram escravos do pecado como muitos hoje o são. Mas algo havia acontecido com eles que mudou essa situação. Vejamos o que aconteceu com eles, usando as mesmas palavras do versículo.

 

I. Libertados do pecado

 

1.    Outrora eles viviam na prática do pecado, e, conseqüentemente, eram escravos do mesmo.

2.    Paulo os faz lembrar que outrora eles viveram situações das quais agora se envergonham, cujo fim seria a “morte”.

3.    Mas agora eles haviam sido libertados do pecado.

4.    O arrependimento e a fé em Jesus haviam encontrado lugar em seus corações, pois não há perdão de pecados se não há arrependimento.

5.    Como enfatiza Champlin[1]:

 

“Uma das grandes bênçãos decorrentes do evangelho, sendo também uma das primeiras na ordem de importância, é a questão do perdão dos pecados, porquanto o reino celestial a ninguém poderá admitir que não tenha sido perdoado, cujos pecados, em seus terríveis resultados, não tenham sido “neutralizados”, não tendo mais poder algum sobre a vida do indivíduo” (CHAMPLIN, R. N. – O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, volume 3. Décima reimpressão, São Paulo – SP, editora Candeia, 1998.)

 

6.    O próprio Paulo havia recebido um grande perdão. Ele mesmo é quem diz:

 

“Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” (1 Timóteo 1:15 RC)

 

7.    E você? Já foi libertado do pecado?

8.    Quando nos arrependemos dos nossos pecados e nos entregamos a Cristo, acontece o que uma certa mulher, a Sra. Walter G. Taylor, escreveu:

 

“O Calvário encobre a tudo, meu passado com seu pecado e manchas; minha culpa e desespero Jesus levou para ali, pois o Calvário encobre a tudo.”

II. Feitos servos de Deus

 

1.    A libertação dos pecados é a verdadeira liberdade, e servir a Deus é a verdadeira servidão.

2.    Os leitores de Paulo haviam sido libertos num instante e feitos servos no outro, libertos do pecado, e feitos servos de Deus.

3.    Mas eles agora eram um tipo diferente de servos. Eles agora estavam sob uma servidão que não levava, como a antiga, à produção de obras vergonhosas, as quais resultavam em desonra para o próprio indivíduo, ofensa ao próximo e a Deus.

4.    Isso pode ser exemplificado com a seguinte história:

 

Quando lhe perguntaram certa vez como vencia o diabo, Martin Luther respondeu. Bem, quando ele bate à porta do meu coração e pergunta “Quem mora aqui?”o querido Senhor Jesus vai até a porta e diz “Martin Luther costumava morar aqui, mas se mudou. Agora eu moro aqui.” O diabo, vendo as marcas de prego em Suas mãos e o lado perfurado, foge de imediato.

 

5.    A verdadeira servidão, na qual aqueles romanos estavam agora, é um tipo de servidão que leva a outros tipos de obras com outros resultados, o que é assunto do próximo ponto.

 

III. Tendes o vosso fruto para santificação

 

1.    O que se faz na e com a vida é chamado por Paulo, aqui, de fruto.

2.    Outrora aqueles crentes produziram um tipo de fruto que levava à morte, um tipo de fruto que levava à vergonha.

3.    Parece que o só mencionar suas obras passadas era-lhes motivo de vergonha.

4.    Mas o fruto que eles produziam agora (no presente deles) não envergonhava, antes, levava a uma vida santificada.

5.    Com isso Paulo não estava dizendo que agora eles estavam imunes ao pecado, imunes de cometer qualquer ato vergonhoso. Não!

6.    O crente ainda possui a natureza carnal, e, se ele deixar essa natureza sobrepor-se à natureza espiritual que agora ele também possui, o resultado pode ser vergonhoso.

 

Perguntaram certa vez a um chefe: “se colocarmos esse cachorro preto para brigar com esse branco, quem sairá vencedor?”. Ao que o chefe respondeu: “o que for melhor alimentado”

 

7.    Um pouco mais atrás no texto Paulo escreveu que tudo depende de o crente considerar-se morto para o pecado e vivo para Deus, e de tomar a decisão de não deixar o pecado novamente reinar, e de apresentar-se a Deus, como instrumento de justiça, e não ao pecado, como instrumento de iniqüidade.

8.    Aqui quero transformar a afirmação de Paulo em uma interrogação: Tendes o vosso fruto para santificação?

9.    E também quero relembrar a Palavra de Paulo no versículo 16:

 

“Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?” (Rm. 6:16 RC)

 

IV. Por fim a vida eterna

 

1.    Uma vida sob o jugo do pecado resulta em “morte”, porém, uma vida transformada pela graça de Deus, além de ser liberta do pecado, uma vida que serve a Deus e uma vida em pleno processo de santificação é uma vida que caminha para a eternidade com Deus, o que é chamado de “vida eterna”.

2.    Que maravilha!!! Antes, o fim era a “morte”, mas agora, com a intervenção graciosa de Deus em Jesus Cristo, o fim é a vida eterna.

 

“O salário do pecado é a morte, mas o Dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.

 

Conclusão

 

“Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.” (Romanos 6:22 RC)

 

1.    Essa foi a experiência maravilhosa pela qual aquelas pessoas passaram, e essa tem sido a experiência de um incontável número de pessoas no decorrer dos séculos.

2.    Mas o mais importante é: Essa é já a SUA experiência?

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves



[1] O fato de eu citar Champlin não significa que indico todos os seus escritos. Dentre o que ele escreveu há algumas coisas com as quais é difícil de os evangélicos em geral, entre os quais me incluo, concordarem.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Quem ora vive menos…

 

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E se assim é, que tal orarmos juntos?

Todas as Quartas-feiras a igreja está reunida em oração no templo.

Venha orar conosco!

Perseverança…


PERSEVERANÇA NA PREGAÇÃO, ORAÇÃO E EM MEIO À PROVAÇÃO

 

“Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.” (2 Timóteo 4:1-2 RC)

 

“... orando em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito e vigiando nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Efésios 6:18 RC)

 

“Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor;  alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração” (Romanos 12:11-12 RC)

 

“... e a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom e dão fruto com perseverança.” (Lucas 8:15 RC)

 

1.    Conta-se que Timur, um guerreiro que no passado conquistou rapidamente várias nações do Oriente, costumava contar a seus amigos o seguinte fato, segundo ele, acontecido na sua juventude:

 

“Uma vez – dizia ele – vi-me obrigado por meus inimigos a me refugiar em um edifício em ruínas, onde permaneci sentado durante muitas horas. Desejando desviar o pensamento de minha condição desesperada, fixei os olhos em uma formiga que tentava subir por uma parede carregando um grão de trigo maior do que ela. Observei os esforços que despendeu para conseguir o que desejava. O grão caiu no chão sessenta e nove vezes, mas a formiga perseverou, e, por fim, na septuagésima vez, pôde chegar ao alto. Isto me confortou grandemente naqueles momentos e jamais me esqueci da lição.” (Respigando – Ilustrações)

 

2.    Por perseverança entendemos persistência, constância, firmeza na busca por alcançar os objetivos propostos, mesmo havendo oposições ou aparentes fracassos.

3.    Você consegue se lembrar de algo que começou e depois desistiu, e que agora se arrepende por não ter perseverado até o fim?

4.    Eu não preciso me esforçar muito para lembrar-me de algumas coisas.

5.    Ao que me parece, para quase tudo que não seja “instantâneo”, para quase tudo que exija tempo e esforço, a perseverança é uma virtude indispensável.

6.    No que diz respeito às coisas espirituais também não é diferente, e penso que, devido à oposição por parte de inimigos “poderosos” (veja Efésios 6.10ss), a perseverança, nesse caso, precisa ser ainda maior.

7.    Hoje quero pensar sobre três coisas nas quais precisamos ser perseverantes.

8.    Vamos à primeira:

 

I.              Precisamos ser perseverantes na pregação

 

1.    Paulo orientou Timóteo: “... pregues a palavra, instes (insista) a tempo e fora de tempo...”

2.    Por pregar podemos entender tornar conhecido das pessoas o evangelho, as boas novas da salvação em (e só em) Cristo.

3.    Porque precisamos ser perseverantes na pregação?

a.    Paulo disse aos Coríntios: “... aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação... os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos [e o que pregamos é] Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos. Mas, para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus.” (1 Coríntios 1:21-24 RC)

b.    Deus disse através do profeta Joel há muito tempo atrás (aproximadamente 2400 anos atrás): “... derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito. E mostrarei prodígios no céu e na terra, sangue, e fogo, e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR. E há de ser que todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo...” (Joel 2:28-32 RC)

c.    Paulo, escrevendo aos Romanos diz: “... não há diferença entre judeu e grego, porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam”, e, logo em seguida, cita a profecia em Joel: “Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”;

d.    E depois Paulo observa: “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (Romanos 10:12-14 RC)

4.    Essa é a razão porque a perseverança na pregação se faz necessária.

5.    Ás vezes parecerá que houve fracasso na obtenção dos resultados, mas devemos perseverar. Veja a seguinte história que saiu no periódico “Leituras Cristãs”, volume 41, número 4, sob o titulo “Vinte Anos Perdidos”:

 

Um crente que levava a salvação dos pecadores muito a sério empregava o seu tempo livre para difundir o Evangelho distribuindo porções bíblicas e folhetos. Como campo de atividade ele havia escolhido um barco que percorria o rio Clyde, na Escócia. Certo dia, ao entregar um folheto a um dos passageiros, este lhe comentou que tais esforços não produziam resultado algum. “Também sou cristão e não desprezo esse tipo de trabalho – prosseguiu –, até fiz a mesma coisa em minha juventude, mas não colhi fruto algum”. / O evangelista achou estranho ouvir esta observação. Afinal, a lembrança de sua própria conversão enfatizava justamente o contrário. Na verdade, sua conversão foi devido à leitura de um folheto recebido na rua, quando tinha uns doze anos. Era uma noite fria de inverno quando passava em frente a um local de pregação do Evangelho. Um desconhecido o parou, deu-lhe um folheto e o convidou a entrar para escutar o Evangelho. Ele aceitou e ouviu uma mensagem que despertou sua consciência, fazendo-o refletir acerca da eternidade e de seu estado pecaminoso diante de Deus. Quando voltou para casa, estava perturbado, mas leu o folheto e achou paz. / O relato dessa experiência despertou grande interesse por parte do passageiro do barco. “Posso perguntar-lhe quando isso aconteceu?”. Quando soube o nome da rua e a data exata, seus olhos se encheram de lágrimas. Tomando a mão do seu interlocutor, exclamou com profunda emoção: “Recordo-me perfeitamente do garoto que convidei a entrar, naquela noite, na sala de reuniões, pois a mim havia sido confiado, durante várias noites, a tarefa de convidar os transeuntes e de lhes entregar alguns folhetos. Eu era naquela época um recém-convertido e, como não via nenhum fruto do meu trabalho, acabei por abandoná-lo. Isso foi há vinte anos atrás, e agora Deus me mostra que aquele trabalho a Seu serviço não foi em vão. Se Ele me permitir viver até que retorne à minha cidade, voltarei a fazer, com a Sua ajuda, o trabalho que me havia confiado, trabalho que, por infidelidade e falta de fé, não julguei digno de ser realizado”.

 

6.    O período de vinte anos estava perdido para sempre. Para nós também logo terminará o tempo de servi-Lo. “Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos” (Gálatas 6.9).

7.    Exemplo de perseverança na pregação: Noé

8.    A segunda coisa na qual precisamos ser perseverantes é a oração...

 

II.            Precisamos ser perseverantes na oração.

 

1.    Aos crentes de Éfeso Paulo orientou a que eles orassem em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito, e a que vigiassem nisso com toda perseverança e súplica, não só por eles, mas por todos os santos (crentes)

2.    Veja em Efésios 6.10 em diante as razões de Paulo para essa orientação.

3.    Léo Francisco Pais, em seu livro “Oração”, ao falar sobre a importância da oração, destaca os seguintes pontos:

a.    A oração ocupou o centro do ministério público de Jesus – Em Marcos 1.35 encontramos o Mestre em privação do sono para dedicar-se ao labor da oração. Houve ocasiões em que ele passou noites inteiras em oração. Lucas 6.12 nos revela uma dessas noites.

b.    A oração ocupou o centro do ministério apostólico – Veja Atos 6.1-4.

c.    A oração ocupa o centro do ministério atual de nosso Senhor Ressurreto – Veja Hebreus 7.23-25 e 9.24.

d.    A oração é o meio pelo qual entramos em comunhão com Deus – A oração é um lugar de encontro entre o Pai e o filho querido.

e.    A oração é o meio pelo qual recebemos as coisas que pedimos a Deus – Veja Mateus 7.7 e 8.

f.     A oração é a maior obra que Deus requer dos cristãos.

g.    A oração é a preparação do caminho do Senhor.

h.    A oração do cristão é a semente de todo avivamento espiritual – A grande mentira de Satanás é a de que no mundo de hoje não há tempo para se dedicar à oração. No entanto, quando compreendermos que a oração é tão importante quanto o sono, a respiração e o alimento diário, ficaremos admirados com a constatação da abundância de tempo que podemos dedicar a esse exercício espiritual. É pela oração que o Espírito Santo leva os homens e mulheres a confessarem seus pecados e receberem a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas. Enquanto mantemos o espírito de oração na igreja, as pessoas se convertem em toda parte pela fé em Jesus Cristo. / O avivamento espiritual não somente é iniciado pela oração, mas também é mantido pela constância da oração persistente. No momento em que a oração fervorosa e contínua cessa dentro da igreja, o avivamento perde seu ímpeto, restando somente um fraco impulso do passado. A oração é o recurso que temos para manter a continuidade do avivamento produzido pela ação do Espírito Santo na vida dos crentes. A falta de oração tem como conseqüência o afastamento da visitação especial de Deus, e o movimento que antes trouxe vida abundante a muitos fica como um monumento do passado.

4.    O hino 148 do Cantor Cristão diz:

 

Bendita hora de oração, pois traz-nos paz ao coração,

E sobrepuja toda a dor, trazendo auxílio do Senhor.

Em tempos de perturbação, na dor maior, na tentação,

Procurarei com mais fervor a comunhão com o Senhor.

 

Bendita a hora de oração, produto só da devoção,

Que eleva ao céu o seu odor em doce cheiro a meu Senhor.

E, finda a hora da aflição, os dias maus, a tentação,

Então darei melhor louvor a meu Jesus, a meu Senhor.

 

Bendita a hora de oração, pois liga-nos em comunhão

E traz-nos fé e mais amor, enchendo o mundo de dulçor.

Desejo a vida aqui findar com fé, amor, constante orar;

Depois da morte, do pavor, então será, sim, só louvor.

 

5.    Viram como é importante a perseverança na oração?

6.    Exemplo de perseverança na oração: Daniel

7.    E a terceira coisa na qual precisamos ser perseverantes é o contexto de provação...

 

III.           Precisamos ser perseverantes em meio à provação.

 

1.    Paulo escreveu aos Romanos: “sede pacientes na tribulação”.

2.    As aflições são uma realidade também na vida dos crentes, e elas até são preciosas para provar o valor de nossa fé.

3.    Jesus disse em João 16.33: “... no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”

4.    Tiago escreveu em 1:2 e 3: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança.”

5.    E Pedro também escreveu em 1.3-7: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo. Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo”.

6.    Pastor Wilson Noro, pregando no Porto Meira em 28 de Fevereiro de 1999 disse:

 

“Viver é uma autêntica aventura de fé. Viver é correr riscos. Deus deseja fazer-nos verdadeiras peças de aço. Deus quer que sejamos carvalhos, rochas de granito, e, para tornar-nos assim Ele precisa às vezes levar-nos até à sala do sofrimento. Deus às vezes afasta de nós os resultados positivos, para que aprendamos a confiar nele sem tais resultados.”

 

7.    Diz-se de um artista antigo que ele pintou um quadro representando o “Vale da Sombra da Morte”. Com uma habilidade admirável ele passou para a tela as mais densas trevas. Mas o tempo passou, e, aquele artista, já quase ao fim de sua vida, depois de muitas experiências, pediu que lhe trouxessem novamente aquele quadro, pincéis e tintas. Ele iria modificar o quadro. “Errei”, disse ele, “o vale das sombras é inundado de glória; é preciso corrigir o quadro”. (Respigando – ilustrações)

8.    Exemplo de perseverança em meio à provação: Jó.

 

Concluindo

 

1.    Precisamos ser perseverantes, persistentes, constantes, firmes, mesmo havendo oposições ou aparentes fracassos,

a.    Na pregação da Palavra de Deus

b.    Na oração

c.    E em meio às provações

2.    Ore comigo:

 

“Pai Bendito, ajuda-me a ser firme na proclamação da Tua Palavra; ajuda-me a orar perseverantemente e ajuda-me a não vacilar quando estiver sendo provado. Em nome de Jesus, amém!”

 

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves